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| Fotos: Divulgação |
A sessão brasileira de hoje (14) terminou com Ibovespa em 206.505,98 pontos (-0,18%) e dólar a R$ 5,028 (+0,17%). Depois do fechamento, o CPI americano mais forte que o esperado derrubou as bolsas dos EUA: S&P 500 -1,11%, Nasdaq -1,88% e Dow -0,09%. A chance precificada de alta de juros pelo Fed neste mês subiu de 22% para 37%.
No cenário eleitoral, pesquisas BTG/Nexus e PoderData divulgadas em 13 de outubro mostraram Flávio numericamente à frente, mas em empate técnico dentro da margem de erro. Da mesma forma, os números da Quaest onde os candidatos também aparecem empatados. A Datafolha é esperada na quinta-feira.
🔴 Pressão externa domina
Se a alta dos juros americanos continuar e o dólar ganhar força, a queda do Nasdaq pode pesar sobre o apetite por risco e sobre o Ibovespa. Petróleo acima de US$ 100 pode ajudar Petrobras, mas mantém o risco inflacionário elevado.
Confirmação a observar: Ibovespa abaixo do fechamento de hoje, dólar e DI futuros em alta. O fechamento de 206.506 pontos é uma referência, não um suporte garantido.
🟢 Alívio local compensa parte do exterior
Se as pesquisas ou notícias políticas forem interpretadas como favoráveis à previsibilidade fiscal, o mercado local pode resistir melhor à pressão externa. Dólar e juros em queda, junto com recuperação do Ibovespa, seriam sinais de confirmação.
🟡 Abertura volátil e sem direção clara
Com pesquisas indicando disputa apertada e mercados americanos pressionados pelo CPI, pode haver movimentos divergentes e reversões rápidas. O petróleo também pode favorecer ações de energia enquanto pesa sobre setores sensíveis a inflação e juros.
🎯 Plano para o pregão
- Considere o risco de gap, já que a notícia do CPI saiu depois da abertura da B3.
- Aguarde a primeira faixa de negociação e confirme com dólar, DI futuro e volume.
- Evite assumir direção só pela reação dos futuros ou por uma manchete eleitoral.
- Acompanhe a Datafolha e os rendimentos dos Treasuries; ambos podem mudar o fluxo durante o dia.
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